
Seis meses vendo de perto como eu leio biomarcadores — e aplicando isso em quem você atende. É o que separa quem prescreve por sensação de quem decide com o exame na mão.
Quero uma vaga →A maior parte dos profissionais que acompanha treino e reabilitação nunca foi ensinada a ler um marcador sob esforço — só em repouso, na prova da faculdade. Aí o exame vira papel guardado, e a decisão volta a ser sensação.
Você olha o resultado, vê que "está dentro da referência", e segue prescrevendo igual. A referência é de população em repouso — não do corpo do seu aluno depois de um bloco de carga.
Sem leitura, você descobre que passou do ponto quando a lesão ou o platô já apareceu. O corpo tinha avisado antes — no marcador que ninguém acompanhou.
Diabético, obeso, idoso, hipertenso. Na dúvida, todo mundo recebe a mesma prescrição conservadora — e o resultado que poderia vir, não vem.
B.I.O.S. é a sequência que eu uso na clínica e no meu próprio treino. Passe o cursor sobre mimToque nas etapas abaixo pra ver o que cada uma enxerga.
Antes de mudar qualquer coisa, saber de onde o corpo está partindo. Quais marcadores pedir, em que momento coletar, e por que a coleta errada invalida a leitura inteira. Sem esse ponto zero, qualquer resultado depois é opinião.
Não é turma com data de início. Você entra quando decidir e cai no fluxo que já está andando — com todo o material anterior disponível desde o primeiro dia.
A cada 15 dias, aula ao vivo comigo — construída a partir do que o grupo está trazendo na prática, não de uma ementa engessada. No fim, espaço aberto pra perguntas.
Entrou no terceiro mês? Assiste desde o primeiro encontro. Nada do que já foi discutido se perde — fica organizado e disponível durante todo o seu acesso.
Aqui todo mundo fala. É onde você traz o caso da semana, o exame que travou, a dúvida de conduta — e onde os casos que aparecem viram tema do próximo encontro.
Os encontros nascem dos casos que o grupo traz. Você vê a leitura sendo feita em cima de exame de verdade, com a decisão sendo tomada na frente de todo mundo.

Mais de 10 anos tratando quem depende do corpo pra viver — do atleta ao paciente que precisa voltar a se mover com segurança. E triatleta: os mesmos marcadores que ensino a interpretar, eu acompanho no meu próprio corpo, prova após prova.
Os dois dão seis meses de mentoria completa. A diferença é uma só: se você quer, além do grupo, um tempo reservado só pro seu caso.
Antes de entrar, eu quero saber quem você atende e o que está travando. Se a mentoria não for o passo certo pra você agora, eu digo — e indico por onde começar.
Rápido, direto no site. É pra eu entender sua formação, quem você atende hoje e onde está a trava — não é formulário de captura.
Não é call de vendas: é diagnóstico. Falamos do seu caso concreto e eu te digo com franqueza se a mentoria resolve o que você precisa. Quem já fez a aula de Biomarcadores, essa conversa é por minha conta. Quem ainda não fez, são R$ 97 — e esse valor abate na mentoria se você entrar.
Escolher meu horárioEntrando, você já cai no fluxo em andamento: grupo liberado, área de membros aberta e o próximo encontro na agenda.
Não. A mentoria não é um curso linear com módulo 1 travando o módulo 2 — cada encontro se sustenta sozinho, construído em cima de casos reais. E tudo que aconteceu antes de você entrar está na área de membros, disponível desde o primeiro dia.
Todos os encontros ficam gravados na área de membros. E você pode deixar sua pergunta no grupo antes — ela entra na pauta do encontro mesmo se você não estiver presente.
Não. A mentoria é para quem prescreve, orienta ou acompanha exercício: educadores físicos, personais, fisioterapeutas e médicos. O que muda é a conduta que cada um pode tomar dentro do seu escopo profissional — e isso é discutido de forma explícita.
A aula de entrada te dá a primeira leitura: o que são os biomarcadores e como começar a interpretar. A mentoria é o método inteiro, aplicado nos seus casos, com acesso direto a mim durante seis meses. Se você ainda não fez a aula, comece por ela.
Sim — é exatamente pra isso que serve. Casos reais são a matéria-prima dos encontros. Só peço o cuidado de sempre: material anonimizado, sem dado que identifique a pessoa.
Não, e é importante ser claro: é conteúdo educacional voltado a profissionais. Não é atendimento clínico, não substitui avaliação individual e não estabelece relação médico-paciente entre mim e você ou entre mim e quem você atende.

Se você já entendeu que o corpo do seu aluno responde em número, o próximo passo é aprender a ler esse número. Conta pra mim quem você atende — eu te digo se a mentoria é o caminho.
Quero uma vaga →